Já pensou se as feministas de hoje existissem na época do axé dos anos 1990?


Como está no título. Pensa nas neo feminista uns dezoito, vinte anos atrás ouvindo essa lista!? Paulista fechada por um mês no mínimo. Mas por mais que fossem letras “erotizadas”, não chega aos pé do que temos hoje. Soam até ingênuos.

Porém não fizemos essa lista para gerar intriga. Pense na questão proposta no título, mas não leve ao pé da letra. Deixe esse peso para uma outra hora, hoje é sexta. Com essa lista você vai é jogar a mãozinha pra cima... Ordinária!

Por hora afasta os móveis da sala e vem mãe! Joga a mãozinha pai! 



Gang do Samba – Raimunda 

Tinha aquela história: “fulana de tal é Raimunda: feia de cara e boa de bunda” – rs. Foi essa a inspiração para a música cantada pela Gang do Samba?. Não se sabe. Fato inegável é que o grupo era um dos grandes nomes do axé dos anos 1990 e este vídeo de Raimunda é uma comprovação do sucesso estrondoso _performance no programa H, apresentado por Luciano Huck, na Band. A bunda é exaltada como um “monumento da redonda arquitetura, logo embaixo da cintura”. Obra que passeia na feira, no mercado... As feministas de redes sociais provavelmente não ficariam satisfeitas com o verso “Essa menina tá de brincadeira, vai acabar alguém passando a mão”. (por João da Paz)


                                        
Grupo Cafuné - Melo do pirulito

E na onda do axé que assolou as terras tupiniquins, fomos brindados com essa pérola. Olha o piu-piu, ô pirulito! Com uma letra de duplo sentido, o melo do pirulito logo virou febre nas festas Brasilzão afora. À época mais uma letra cheia de graça, sem ofensa. Hoje seriam algozes das feminazi. É só um pirulito, mas se brincar com o do Ricardão vai se lambuzar. (por Leonardo Macedo)



Companhia do Pagode – Psiu, Psiu

Outro vídeo do H (ao vivo assim é bom para sentir bem o swing da batucada e a energia do som). Em tempos em que um mero olhar é condenado, imagina um simples psiu? Dois, então... (hahaha). Companhia do Pagode está em atividade até hoje, lançou o primeiro álbum em 1995, mas o ápice do sucesso foi na década de 1990, principalmente com a polêmica Na Boquinha da Garrafa. A música Psiu, Psiu reafirmou a popularidade do grupo com frases sugestivas como “psiu psiu, coisinha linda do bumbum empinadinho” e “você cheira pecado / eu dessa fruta quero comer”. (por João da Paz)

                                      


É o Tchan - Ralando o Tchan 

Fazer uma lista dessa sem citar o É o Tchan, é carimbar o passaporte pro inferno sem escala nem volta. O maior e mais icônico grupo de axé brasileiro. Você pode odiar, mas conhece mais de três músicas deles, quiçá as coreografias. De 1992 a 2007, o grupo vendeu mais de 6 milhões de discos, porém a proeza do É o Tchan foi se apresentar no renomado Festival de jazz de Montreux, em 1997. Com letras erotizadas e de duplo sentido, o grupo empurrou goela abaixo suas músicas por um bom tempo aqui no Brasa. As feminazi provavelmente odeiam. Mas a meu ver toda e qualquer opressão que decorra de suas letras, caem por terra ao ver a dupla Beto Jamaica e Cumpadi Washington em ação. Tutututu pááááá! (por Leonardo Macedo)



Raça Pura – O Pinto 

Chega a ser uma história comovente. O cara tá desesperado porque o pinto do seu pai fugiu com a galinha da vizinha, coitado. A busca dura dias, noites. E dá dicas do bichinho: diz que não é mole e que, para dormir, “tem de coçar a cabecinha”. Música do álbum homônimo, O Pinto deu um disco de ouro para o Raça Pura, uma letra de duplo sentido, ingênua, de sacanagem. Vai de cada um a interpretação. (por João da Paz)

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